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terça-feira, 5 de agosto de 2014

POR UMA VIDA MAIS SIMPLES (OU COMO SE APAIXONAR POR UM DRAGÃO!)

Semana retrasada, o afilhado mais lindo do mundo veio para umas mini-férias de uma semaninha aqui em Rio Preto.
E um dos programas que fizemos foi levá-lo pra assistir Como treinar seu dragão 2. E daí que eu ainda não tinha assistido o 1, o que tratei de resolver com a ajudinha do Netflix.


Pausa na programação para uma explicação...

Não sei se já falei pra vcs, mas eu adoro desenhos. Desde sempre. Acho alguns melhor que muito filme por aí. E o que eu mais gosto neles é que, como em geral são voltados para “crianças”, os temas são trabalhados dentro de uma linguagem lúdica e metafórica, mas extremamente simples. É a verdade nua e crua ali diante dos nossos olhos adultos e cansados, que insistem em procurar complexidade para justificar uma simplicidade que já não conseguimos perceber. Não como uma criança.


E aí que eu assisti o primeiro Como treinar seu dragão (lindooo!) e me empolguei tanto com a história de Soluço, Banguela e cia. que vi também todos aqueles curtas com histórias paralelas sobre o filme (tem até um de Natal <3). E, ao contrário de muito filminho intermediário que, normalmente é feito sem todo o trabalho cuidadoso dos longas que o inspiraram, todos os dessa série mantêm o espírito, a essência, e têm sempre uma mensagem importante pra passar.
Bom, não preciso nem dizer como adorei ainda mais o 2 né! Que lindo. Que acontecimento. Que delicadeza em falar das coisas da vida que deveriam ser vistas com naturalidade por todos nós. Depois de dois seguidos, eu tava imersa naquele universo. Fui e me entreguei. E posso falar, deixa muitas aventuras de PI por aí no chinelo. Pra quê complicar minha gente! O lance é simplificar...


E é por essa vida mais simples que eu deixo aqui a sugestão pra todo mundo assistir e aprender Como treinar seu dragão, se é que vcs me entendem...


Bjinhos!

terça-feira, 15 de julho de 2014

A COPA ACABOU....

A luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou... E agora, José?

Agora, é vida que segue! É lembrar com carinho das belas imagens que passaram e aprender com os tropeços.
E focar nas outras tantas coisas que fazem parte da nossa realidade...

Não sei vcs, mas eu adoro Copa. Desde sempre. Acho um barato ver a galera toda unida, na mesma vibe, mesmo que por uma coisa banal. E achei essa última, a nossa Copa, a #copadascopas, linda linda!


Torci, xinguei, sorri. Me vesti de verde-e-amarelo, às vezes branco, às vezes azul (como vcs viram por aqui)... Em todos os dias. Todos os jogos. Mesmo na disputa do 3º lugar (não tirei foto desse, tava num aniversário, o foco era outro). Mas tava tudo lá, firme e forte!

Relembrando os looks que passaram por aqui

Fiquei triste, chateada mesmo com a derrota. Mas, fazer o quê? A Alemanha era muito melhor que a gente. Holanda também. E quer saber? Tudo bem. Mesmo! Ganhou quem foi melhor. É justo assim, né não...

Acho um barato o pessoal cobrando, achando que jogador tinha que se desculpar, falando dos salários deles, ficando sem torcer por causa de disputas políticas e deixando de curtir o melhor da festa, que é a alegria da galera, a vibração! E se esquecendo que tudo é tão somente uma partida de futebol...

Sim, eu sei que o futebol é uma grande indústria. Que tem politicagem lá dentro, publicidade rolando e tudo o mais. Mas EU, e acredito que grande parte dos torcedores também, sou uma mera espectadora nisso tudo. Esse não é o meu mundo. Pra mim, um jogo é só um jogo. E é assim que tem que ser...

Vamos aprender a dar pras coisas somente o valor que elas têm, minha gente! Nem de mais, nem de menos. O caminho do meio tá de bom tamanho.



Que fique a lembrança e o exemplo da Alemanha, a equipe campeã, que a gente pode mais quando está junto, quando se une, quando é um Time. Em tudo. Pra tudo.

Quando, de verdade, #Somostodosumsó!  E não só numa campanha publicitária...


Ah, e só pra não perder o costume, bjo David! ;)

sexta-feira, 21 de março de 2014

3.0 + LOOK BALANCEADO COM O QUE QUEREMOS PRA VIDA

Quarta-feira passada completei 30 anos.

Me lembro da minha impressão de criança sobre as pessoas de 30: eram todas casadas, tinham filhos, vida estável. Eram pessoas adultas! E tavam bem longe de mim. E esse pensamento vai persistindo enquanto a vida vai passando, você chega nos 15, nos 20, 25, 27... e continua achando que os 30 tão longe. E de repente... chegou, bateu. De repente 30! (pra lembrar um dos filmes mais fofos de todos os tempos)

E eu ainda não conquistei nada daquilo que achava que uma pessoa de 30 deveria ter (exceto a parte do casamento, que essa eu conquistei com louvor e muito bem, obrigada!). Fora isso, não tenho filhos e estou experimentando uma nova e deliciosa fase profissional mas que ainda tá longe de me trazer estabilidade. E quer saber, amo muito tudo isso! Nada me tira o prazer de estar fazendo algo que gosto. O dinheiro virá. Os filhos também. E, enquanto isso, vou aqui, curtindo meu momento outback AGORA.  
Com um pezinho aqui e o outro lá na frente.

Pensando nisso tudo, resolvi montar um look especial. Especial porque seria o primeiro depois dos 30 e eu queria que ele dissesse muito sobre mim e sobre o que quero pra vida. Sendo assim, reuni as peças de forma que elas representassem cada uma um elemento. A coisa ficou assim oh:

- Camisa militar (força): Pra enfrentar os momentos difíceis da vida, pra saber que a gente é capaz do que quiser.

- Sainha de tule (delicadeza): Porque hay que endurecer sin perder la ternura. É importante ter equilíbrio pra ser por completo.

- Sandália de salto: Pra lembrar de tentar ver as coisas de cima, de fora (às vezes é mais fácil pra achar alguma solução). Também pra lembrar de mirar lá no alto, sendo que aqui alto = pra frente, pra melhor.

- Colar (poder): Pra gente saber o nosso valor. Quando a gente tenta trilhar um caminho bacana, temos que conseguir enxergar nossos méritos nisso. E isso não é soberba não, minha gente, é conhecimento de causa. Sem falar que esse colar era da minha mãe e isso me faz lembrar de olhar pra trás também, ver de onde eu vim.  

Sem mais delongas, o look:

Camisa Pernambucanas / saia Maria Filó para C&A / sandália Milano / colar herança da mãe

A filosofia toda é pra dizer que fazer 30 é o maior barato. Não me sinto velha, não me sinto cansada, não me sinto menos por não ter o que eu achava-que-deveria-querer-ter...

Me sinto feliz!! 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Happy New Year!

Oi gente! Feliz Ano Novo!

Sim, eu sei que 2014 já começou há uns bons dias, e eu estou todos esses bons dias e mais uns outros tantos sem aparecer por aqui...

O motivo? Recesso. Férias. Descanso. Ficar a toa, na boa.

Precisava disso. Desse tempo, sabe? O último ano foi bem cansativo. Produtivo, é verdade, mas ainda assim cansativo. Vim de um 2012 intenso e cheio de mudanças e 2013 acabou remando uma pouco nessa pegada também, mergulhei no trabalho e nos compromissos com vontade. Precisava me expressar, me testar, me conhecer mais. Escrevi, parei, voltei a escrever... E descobri novos jeitos de fazer isso e de ficar satisfeita e feliz.

Pra 2014, cabem outras tantas mudanças...  Rever alguns pontos, pensar em novas coisas, diminuir algumas. Até consegui listar algumas resoluções, olha só:

- Aproveitar melhor o meu tempo;
- Assumir menos compromissos – e somente aqueles que valem mesmo a pena;
- Me aproximar mais da minha família;
- Ter uma vida simples e saudável.

Parece pouco e realmente é. O lance é dar um passo de cada vez né mesmo, e com isso ainda tô exercitando duas das coisas que escrevi aí em cima: assumir menos coisas e levar uma vida simples. Menos é mais!
E além do mais, tudo isso aí é o que eu realmente tô precisando no momento.


Pra ilustrar esse post, segue o look que usei na passagem de ano. O último de 2013. O primeiro de 2014. O início, o fim e o meio. Aquele que a gente pensa com carinho pra atrair tudo o que a gente quer pro ano que tá chegando. Eu, pelo menos, faço isso. Gosto de datas. De dar sentido pras coisas. E por isso a pedida foi um look branco, pra trazer toda a calma, a tranquilidade e a paciência pra seguir em frente. Como acréscimo, pequenos toques especiais, afinal são esses detalhes que trazem beleza ao dia a dia, e ao look, no caso.


Então é isso, repetindo aqui os meus desejos do instagram (@laisenrose segue aí): 2014, pode chegar seu lindo! E venha com gentileza!


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Fazendo a alegria de alguém

Todo mundo concorda que comprar algo novo é uma delícia, né não?

Mas olhar com novos olhos pro que a gente já tem, usar a criatividade, experimentar novas tentativas pode ser tão legal quanto! Além da gente (re)descobrir muitas peças do armário, também ajuda a analisar realmente o que tá faltando pra termos um guarda-roupa mais feliz e guiar nossas próximas compras.

A Ana do Hoje Vou Assim Off tem até um quadro em seu blog, chamado Comprei e Nunca Usei, onde ela trata justamente disso, de peças que acabou comprando por impulso e nunca usou ou usou poucas vezes. E nesse quadro ela tenta dar uma nova chance pra elas, ou então, se chegar à conclusão de que não valeu mesmo a compra, ela as deixa ir... vende, troca, dá, e assim ajuda uma outra pessoa a tentar novas possibilidades praquela peça.

Daí que uma grande amiga, numa dessas compras da vida, acabou trazendo pra casa dela um vestido muito fofito, mas que acabou não rendendo o tanto que ela esperava. E nisso, ela se lembrou de mim e eu que ainda não tinha um vestido tipo chemise pra chamar de meu, olhei praquela estampa fofa e delicada, praquelas manguinhas com recortes, pros bolsinhos e gostei. Gamei. E abri os braços pra ele, ou melhor, as portas!


Hoje eu vim trabalhar com ele, mas o look que vou mostrar foi uma das primeiras experimentações que fiz com ele e tentei dar um ar mais street pra coisa. Usei o look num dia de trabalho, de procura de locação para ensaio de um cliente...


Hoje, tô um pouco diferente: tirei a regata de baixo, coloquei um cintinho na cintura e uma sapatilha brilhosa pra ficar mais menininha, e trouxe uma jaquetinha jeans pra proteger do ventinho.

Ô pecinha versátil essa...

E assim, o vestido da Andressa veio fazer a alegria lá em casa (obrigada Maria!). E complementar uma parte que faltava. E me trazer mais um milhão de possibilidades.

Moral da história: Curtiu? Ótimo! Mas, se por acaso, não curtir, então compartilha!

Bjinhos!    

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Como deixar o que já é bonito ainda melhor?... um post dedicado aos pequenos detalhes da vida

Uma coisa já digna de elogios consegue ser aprimorada ou será que, como diz o ditado, “se melhorar, estraga”?

Em meio aos preparativos para o casamento da minha cunhada Raquel (que já comentei várias vezes por aqui), tivemos a grata oportunidade de contar com as visitas ilustres dos afilhados, e daminhos, aqui em Rio Preto por 1 semana antes da data festiva.

E nesse corre-corre daqui, corre-corre dali (trabalho, casa, rotina, últimos detalhes, outros compromissos extra-casamento), infelizmente não dá pra acompanhar todos os passos para o grande dia, mas claro que a gente faz questão de estar presente nos momentos mais importantes. E um desses momentos aconteceu justamente ontem, na prova do traje do Samuca (O afilhado).


Saímos do trabalho e corremos pra loja, a tempo de vê-lo vestido de gente grande e se achando o máximo por causa disso. E tava lindo! Mais lindo! Olha só:


Mas o mais legal não era o fato dele estar arrumadinho e parecendo um homenzinho (e realmente parecia), mas sim o sentimento que isso despertou nele e ver que ele tava curtindo aquilo ali.

Olha a cara de curtição 

E daí me veio a reflexão de que as coisas têm o sentido que a gente dá! Nós realmente precisamos de muita coisa pra ser feliz ou basta colocar “um terninho de gente grande” pra nos arrancar um sorriso sincero e verdadeiro?  


Muitas vezes, nos esquecemos de que a preparação para algo é o que torna esse algo ainda mais especial, mais bonito. E a preparação é feita de detalhes. Pequenos. E os detalhes é que dão tempero à vida. Dão sentido.  Mesmo assim, quantas vezes já não escutamos que o importante é o contexto, “o resto são detalhes”... Será?

 Cada vez mais tenho a sensação de que nos apegamos aos detalhes para justificar situações e escolhas, mas na hora do vamos ver, eles nunca importam. Engraçado isso, né? Voltando pra pergunta lá do início do post, acho que sim, tudo sempre pode ser melhorado. E isso não estraga nada. Estraga é a gente dar importância pro que não tem e deixar de olhar com carinho pras pequenas coisas.

Os detalhes sempre farão a diferença em nossas vidas e que todos nós saibamos sempre lhes dar apenas o valor que eles têm. Nem mais nem menos.

E antes de terminar, só mais um detalhezinho especial...

Eu e o Muso que me inspirou a escrever esse post

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Voltando às raízes!

Esse final de semana foi, antes de tudo, pra ficar com a família... Hora de recarregar as baterias na cidadezinha mais querida do coração e voltar às raízes tão fundamentais da minha essência.

Além disso, ainda sobrou tempinho pra assistir um pouquinho de Rock in Rio Pela TV (#chatiada) e pra aumentar com louvor a cota das minhas calorias por dia (#abafa...)

E por falar em Rock in Rio, se tem um dia que eu queria ter ido nessa edição, esse dia era sexta-feira. Podem me chamar de melosa, de romântica, o que for... mas o fato é que Bon Jovi foi a primeira banda de rock que ouvi na vida e, em parte graças a isso, pude aprofundar meu gosto por esse estilo musical tão incrível e versátil que vai da balada melosa ao punk e hard core.


E por isso, na sexta, depois da aula, corri buscar uma comida chinesa pra me acompanhar enquanto Jon não subia no palco.

A milenar sabedoria chinesa... #sóquenão

No sábado, dia de aula mais uma vez. Dia de descobrir tesouros escondidos em meio ao material dos “coleguinhas”, como essa jaqueta bordada maravilhosa da Lourdes. Coisa de gente fina.

Me sentindo com essa jaqueta! hahaha
É nós na produção!

No final do dia, depois de arrumar a mala, finalmente zarpamos pra Zacarias, para os braços amorosos da família Teixeira (que tava reforçada nesse final de semana, com parente de tudo quanto é canto) e para os quitutes deliciosos da Natália, a prima cozinheira de mão cheia.

No domingo, foi dia de comemorar o aniversário do tio-avô e ainda sobrou espaço pra visitar um amiguinho de quatro patas pra quem ajudei a encontrar uma casinha amorosa, e depois dar um mergulhinho no rancho, que o calor tava de matar.   

Os quitutes da Naty
Natália, Rayssa e eu
O look do dia: vestido de renda Anne Fontaine para C&A / rasteira Via Uno (antiga) / óculos Triton Eyewear
O reencontro
A paisagem
Tava chato viu!

Já em casa, foi noite de mexicano con el chico e cama que ninguém é de ferro. Arriba!


E porque começamos o post falando do Bon Jovi e porque I'll Be There For You é a música brega mais linda de todos os tempos, bora "ouvê-la" aí embaixo e fechar esse post. Afinal, no meu caso, ouvir Bon Jovi, também faz parte de voltar às raízes!

Bjinhos.


terça-feira, 20 de agosto de 2013

That I can change the world...

Sexta-feira passada passei rumo a São Bernardo para participar do niver do afilhado mais querido desse mundo.
A viagem seria longa e cansativa, pois iríamos de ônibus e fazia muito tempo que eu não viajava assim... mas o que seria penoso, acabou tornando-se uma experiência prazerosa! O ônibus era daqueles equipados com DVD que sempre passam filmes muito bobos (e assim foi durante metade da viagem).
Entretanto, tudo mudou depois de nossa parada pra comer o delicioso bauru do Castelo. Ao voltarmos para o ônibus, vi que  o próximo filme da lista era o premiado Um Sonho Possível, aquele que deu o Oscar para Sandra Bullock e que eu ainda não tinha visto.



Coloquei o livro de lado (eu sempre levo um em toda viagem) e me entreguei ao filme. E me deliciei e me emocionei!
O filme é daqueles fáceis e gostosos de assistir, com momentos mais dramáticos também, mas daqueles que os acontecimentos fluem, sabe... É daqueles filmes que fazem você acreditar nas pessoas, na bondade delas, e acreditar que o mundo pode ser um lugar melhor se cada um fizer a sua parte. E tiver coragem pra isso. E acreditar.
É um filme, mais do que tudo, sobre esperança e coragem. Coragem para fazer o que se sente, esperando sempre o melhor das pessoas. E confiando nisso!

E o mais bonitinho é que se trata de uma história real. Tá, tudo bem, eu sei que rola uma exaltação (e talvez até exagero) dos acontecimentos no intuito de emocionar, mas quer saber...e daí? Como já falei, quando assisto a um filme é pra me entregar a ele, pra viver a experiência, com a esperança de que isso vá me acrescentar algo, e esperando o melhor do filme (fazer o que? sou eu também uma otimista :)    

E essa "viagem" definitivamente valeu a pena!



Que todos tenhamos sempre a coragem de fazer. E de (se) transformar.  

Boa semana pra todo mundo!

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Uma camiseta e uma ideia

Gosto de roupas que têm alguma coisa a dizer, uma história pra contar, afinal vejo a moda como uma forma de expressão... A gente sempre quer dizer alguma coisa para o mundo através de nosso comportamento (e o modo como a gente se veste faz parte disso), mesmo que seja “não to nem aí!”

Daí que há um tempo atrás, procurando presentes para duas amigas muito queridas, encontrei essa camiseta aí, lá no site do Chico Rei:


Dave Grohl é uma das pessoas mais inspiradoras (e inspiradas) que já vi! O cara é músico, cantor e compositor. É criativo, inteligente e original. Fez história com uma das maiores bandas de todos os tempos (o Nirvana) e, quando tudo poderia ter ido por água abaixo, ele se não deixou a peteca cair e se reinventou... e criou o Foo Fighters. E, acima de tudo, ele é um cara feliz, pra cima, do bem... É exatamente o tipo de pessoa que eu admiro e que quero ser.

E daí que não poderia ter camiseta que fizesse mais sentido pra mim! Sim, pq eu A-M-O camisetas, mas não vou simplesmente vestir uma pq ela é bonitinha. Como eu disse, ela tem que dizer alguma coisa, mostrar a que veio e, mais do que tudo, precisa ter a ver comigo... Essa daí eu uso tanto que namorido até apelidou-a de Venom, pq ela meio que gruda em mim, hehe...

Já usei-a tanto e de diversas formas, e o post de hoje vem pra ilustrar apenas algumas das muitas ocasiões em que ela apareceu:


1) Primeira vez que usei a bichinha foi no dia de Natal (o dia mesmo, não a ceia) pra passear de noite e aproveitar o já saudoso verão...

Camiseta Chico Rei / bermuda Marisa / oxfords Lessô Bis / carteira presente da Lu / colares Renner e presente da Lu / presilha C&A

2) Com shortinho de couro e botas para o Lollapalooza (super a ver com a ocasião, embora o show do dia não fosse do Foo Fighters).

Camiseta Chico Rei / short Praça Shooping (não lembro o nome da loja) / coturno Renner / bolsa presente da tia / chapéu comprado em Mirassol

3) A ocasião mais recente. Nesse dia eu tava toda mocinha e achei que sainha de couro + sapatilha seriam os complementos ideais para a camiseta.

Camiseta Chico Rei / saia mesma loja do short acima / sapatilha Shoestock / carteira herança de família

E isso é só uma pequena amostra: já usei ela também com blazer, com salto, sem salto, pra trabalhar, pra sair, pra ficar em casa... é muita versatilidade pra uma peça só!

Vou tentar registrar as próximas ocasiões pra trazer aqui pra vcs!

Um bjo e até a próxima!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

E viva a democracia e a liberdade de expressão!

Em tempos de manifestação por todo o país, de insatisfação geral com o governo e de brigas pelo direito a uma vida digna, condizente com o que pagamos de impostos, é importante ressaltar que o mais importante nessa história toda é justamente o direito ao ato em si: o direito de se manifestar!


Sim, porque você pode até não concordar com os motivos da população, pode achar que 0,20 é pouca coisa e que educação é um investimento sem retorno. Mas, do mesmo jeito que você tem o direito a essa opinião, outros tantos têm o direito de pensar diferente e de escolher fazer algo pra (tentar) mudar sua realidade, enquanto outros ficam lá sentados só achando... 

É como dizia Voltaire: 

“Posso não concordar com uma só palavra sua, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-la.”

Acredito que o motivo pelo qual tanta gente se irrita e se incomoda (e aqui cabe um parêntese para explicar esse gente: falo de gente “normal”, gente do povo, que sofre dos mesmos abusos desses jovens manifestantes) com essas manifestações é porque culpar o governo já virou a desculpa oficial para os problemas do mundo. É muito mais fácil jogar a culpa no presidente, no governador e continuar vivendo sua vidinha medíocre de sempre. Ok, muita coisa é mesmo responsabilidade do governo (inclusive no caso em questão), mas e a SUA responsabilidade dentro disso? E o SEU poder de escolha, onde fica?

Democracia não é só ir na urna a cada dois anos, fazer sua escolha de má-vontade e depois vaiar a presidente só pra fazer coro. É preciso acompanhar, se informar e se manifestar se a coisa não está dentro dos conformes, mas saber porque você está fazendo isso.

E sem me estender muito mais, indico o filme V de Vingança. Um filme brilhante, que mostra bem essa relação governo x povo, abordando os limites entre o fim da luta pela liberdade e início do totalitarismo e mostrando que nossa maior prisão somos nós mesmos.


“O povo não deveria temer o governo. O governo é que deveria temer o seu povo.”  

Boa segunda pra nós!